terça-feira, 27 de outubro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
A Mídia Social hoje
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Trabalhar duro é supervalorizado
Vi o post com esse texto primeiro no Update or Die e decidi postar uma tradução completa dele no Recheados. É da Caterina Fake, fundadora do Flickr e do Hunch, sobre como "evitar a fadiga", basicamente. Muitas vezes, no mundo da propaganda, varam-se noites sem necessidade, apenas pela sensação de estar dando o melhor de si. Nem sempre isso dá certo e pode ser até prejudicial.
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Trabalhar duro é supervalorizado
Caterina Fake
Eu tenho visto um monte de empreendedores esforçados falharem, e cheguei à conclusão que, trabalhar duro não é de todo ruim, mas não é a mágica que leva às grandes invenções ou guinadas de sucesso.
Thomas Edison, que disse a célebre frase que “Um gênio é 1% inspiração e 99% transpiração”, testou centenas de materiais procurando por aquele que seria perfeito para o filamento da lâmpada elétrica. Foi um trabalho duro, e de fato persistir a várias decepções é a chave para fazer alguma coisa dar certo, mas ele estava trabalhando no problema certo. Frequentemente as pessoas trabalham duro nas coisas erradas. Trabalhar na coisa certa é provavelmente mais importante que trabalhar duro.
Quando estávamos contruindo o Flickr, nós trabalhamos duro. Trabalhamos durante todas as horas em que estávamos acordados, sem parar. Meu sócio no Hunch, Chris Dixon, e eu estávamos conversando sobre o quão duro nós trabalhamos nos nossos inícios - sendo o dele o Site Advisor, comprado pela McAfee – cerca de
Nos últimos tempos nós conseguirmos eliminar um bocado do tempo de surtos. Parece que estamos trabalhando mais leve, e até chegamos em casa para o jantar.
Watson e Crick, que descobriram a estrutura do DNA, são descritos no livro Smart World (não descobri o nome em português), de Richard Ogle:
Algumas vezes os protagonistas centrais se comportavam como pessoas cujo trabalho era montar sketchs para Monty Python... eles tinham um hábito de trabalho distintamente sem vigor. Watson jogava muitos sets de tênis toda tarde e gastava suas noites indo atrás de garotas em festas de Cambridge ou indo ao cinema. Crick, que raramente aparecia no laboratório antes das 10 da manhã e tirava uma pausa para o café uma hora depois, repetidamente parecia ter perdido o interesse no problema do DNA. Em mais de uma ocasião, peças vitais de informação eram obtidas não pelo trabalho duro, mas como resultado de conversas despretensiosas durante o chá no laboratório.
Muito mais importante que trabalhar duro, é saber como encontrar a coisa certa na qual trabalhar. Prestar atenção em o que está acontecendo no mundo. Ver padrões. Ver coisas como elas são mais do que como você quer que elas sejam. Ser capaz de ler o que as pessoas querem. Se colocar no lugar certo onde a informação está correndo livremente e justaposições interessantes podem ser observadas. Você pode poupar muito do seu tempo trabalhando na coisa certa. Trabalhando duro também, se é isso que você gosta de fazer.
Caterina Fake é co-fundadora do Hunch, um site que ajuda você a tomar decisões. Ela foi co-fundadora do Flickr, que foi comprado pelo Yahoo em 2005.
Post original em inglês:
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Vagas #12
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Estratégias em Marketing Digital - Sandra Turchi - Inovação em Comunicação Digital
Voltando um pouco na linha do tempo, a Sandra falou sobre como começou essa revolução no modo de encarar os negócios. Tudo muda o tempo inteiro quando se trata de marketing digital, e as informações que estão disponíveis hoje, provavelmente estarão defasadas daqui a 2 meses.
Todos meios de comunicação anteriores à internet eram baseados no sistema de posse: impressos, discos, cinema, rádio e TV. Quem possuísse os meios de produção era 'dono da informação'. A internet vem para somar as capacidades de todos os meios anteriores, sendo capaz de realizar tudo que faziam, levando a uma canibalização, e ainda acrescentando um diferencial: a interatividade. Após os anos 2000, os celulares sofreram uma explosão, que ainda perdura, ameaçando canibalizar todos os outros meios anteriores, com celulares que fazem praticamente de tudo. A Sandra enfatizou que essa canibalização na verdade acabou gerando uma nova indústria do entretenimento.
E aí chegamos às muitas Webs. A Web 2.0 está baseado num modelo de participação do internauta, que se envolve em experiências online. A 3.0, também conhecida como semântica, é um modelo no qual as informações são organizadas de forma inteligente de acordo com quem a procura. Cruzando essas informações, é possível determinar nichos e tendências de consumo de determinados grupos. Com essa nova proposta que a Microsoft lançou recentemente um buscador para competir com o Google, o Bing (Via Mestre SEO). Ele é encarado como uma Decision engine, que pretende procurar por resultados mais relevantes para seu usuário. Nessa realidade, começa a crescer o Cloud Computing, que é a dispersão das ferramentas básicas pela rede. Na nuvem você pode salvar seus arquivos com espaço ilimitado, e ainda editá-los online, dispensando a figura do computador pessoal.
A principal mudança causada pela disseminação da internet, é no comportamento dos consumidores, que ficam mais participativos, através das Redes Sociais, que são a principal atividade on-line do povo brasileiro. O desejo de pertencimento que sempre existiu na humanidade, agora encontrou um par perfeito, a facilidade da navegação, tornando as Redes Sociais um fenômeno que tenta ser explorado por agências e empresas.
Exemplo: Parperfeito
Depois a Sandra trouxe alguns números do uso da Internet no mundo e no Brasil por meio de gráficos.
Mas o que muda para o marketing com essa evolução? Agora as empresas precisam identificar mais precisamente seu público-alvo, chegando ao nível de cada gosto pessoal exótico. Identificando nichos de comportamento, o Long Tail. As campanhas agora podem ser personalizadas, medidas com precisão, e são acessíveis pelo consumidor a qualquer hora, não dependendo da sorte para ser visualizada.
Terminologia básica para entender marketing digital:
- Fragmentação: é preciso alcançar o consumidor por várias frentes, exige-se mais planejamento.
- Marketing Viral: qualquer estratégia que encorage as pessoas a passar a mensagem adiante.
Alguns cases famoses de Virais:
Campanha da Pedigree que viralizou principalmente no Twitter.
The Dark Knight. GP de Viral em Cannes desse ano.